Existem músicas...

«De manhã, eu só sei que o amor é mais doce
De manhã, o lençól que o orvalho nos trouxe
Cheira a café...
E o meu pé acorda no teu pé
O sol já vem...
De manhã, eu só sei que o amor é mais brando
De manhã, o teu beijo parece morango
De manhã... o amor, sabe a hortelã
Sobe à flor da pele
Tem canela, leite, mel...»
Dina - De manhã

... Que me acentam que nem uma luva.

Giro mesmo...

... É dar uma chapada sem mão a um monte de idiotas de uma vez só. Agora vá, digam-me alguma coisa que eu não saiba...

De hoje (XVIII)

Deixa-me estar... assim. Só estar. Que hoje a maldade bateu-me de frente e a falta de carácter deixou-me zonzo.
Talvez um dia perceba porque há quem engane, quem use as pessoas e as deite fora... mas outro dia, não hoje. Estou demasiado «sei lá como» para isso...

Até faz sentido...

"O que são 22 anos, quando ainda se tem uma vida inteira pela frente?"

... Mas daí a interiorizar a ideia ainda vai um (grande) bocado.

Apontamento (II)

Há tanto tempo que não falo de amor que quase parece que me esqueci dele... Como se tal fosse possível. (!)
Esse sentimento que me faz subir e cair, que na maioria das vezes tem tanto de bom como de menos bom, que me aperta o peito, me acelera a pulsação e a faz parar logo de seguida por alguns segundos (Os suficientes para sentir o desconforto que me lembra que tenho de voltar a respirar).
Esse Tal Sentimento que trago comigo, na esperança de que um dia me faça sentir só a parte boa, para que no final da história se possa dizer: "E foram felizes para sempre..."

Lisboa

A capital. Um pequeno mundo separado do resto do país. Aqui tudo é possível. É que parecendo que não, até o impossível tem uma boa probabilidade de acontecer.
No Rossio os pombos passeiam-se: uns voam de encontro às cabeças dos apressados, outros saltitam alegres pela calçada.
Na rua 1º de Dezembro a senhora das castanhas assadas faz uns trocos extra e vende daquelas coisas que dão moca, enquanto o mendigo faz uma pausa para discutir com os cães.
Na rua Augusta, os senhores que percebem de negócios, tentam vender também daquelas coisas que dão moca a quem passa, e os mais aventurados entram nos restaurantes e cafés, talvez por pensarem que depois de uma bica um charro cai sempre bem.
A capital. Um pequeno mundo separado do resto do país. Aqui onde os namoradOS se passeiam de mãos dadas, enquanto outros gritam para a janela do prédio, em jeito de serenata, pedindo para que lhe abram a porta.
Aqui, onde o peito se enche de ar, numa inspiração profunda, e um sorriso se desenha no rosto por saber que mesmo cheia de gente e carros, Lisboa continua a ser assim como sempre foi: bonita de se ver e tão agradável de se estar...

E a verdade...

... é que eu não acredito.

1/1/2010

Este ano tinha de começar de maneira diferente. Fomos ao banho, na praia do costume e descobrimos que afinal a água não estava assim tão fria. E que 2010 nos vai ser qualquer coisa de especial...

De Hoje (XVII)

Fica o pôr-do-sol, que me fez sorrir. Tenho andado tão ocupado a tentar perceber a maldade que por aí se passeia que me esqueci de prestar atenção ao que realmente importa. É que de vez em quando é preciso parar para ver, em vez de só olhar.

Dos Contos de Fadas...

... Eu tinha tanto para dizer... Mas hoje, fico-me por aqui.

Coisas do Natal

Filhoses, coscorões, sonhos, chocolates, pudim, arroz doce... E eu estou assim, doce docinho. Uma autêntica bomba para o colesterol! lol